domingo, 23 de maio de 2021
Trem da vida
domingo, 28 de agosto de 2016
domingo, 31 de agosto de 2014
मोमेंटो Espirita
Têm-se falado muito a respeito da qualidade de vida. Fazem-se comparações entre o passado e o presente. Fala-se das conquistas médicas, que possibilitam uma perspectiva maior de vida, do conforto que a tecnologia proporciona.
Tudo está correto. Contudo, estamos nos esquecendo de olhar para outro lado.
Referimo-nos aos idosos que são deixados nos asilos, nas clínicas de repouso ou mesmo em dependências específicas do lar, entregues à ociosidade, ao não fazer nada.
Consideram alguns que basta ao idoso ter alimentação, estar asseado, ter um lugar para sentar, outro para dormir.
Estamos nos esquecendo de que são seres humanos, que foram produtivos até ontem.
Foram jovens, amaram, tiveram sonhos, criaram filhos, educaram e os entregaram ao mundo. A sociedade de hoje também é produto dos seus esforços.
E não é simplesmente por estarem em idade avançada que deixam de ter sonhos, de acalentar esperanças.
Somos nós mesmos, pelas nossas atitudes, que lhes incutimos a crença de que somente devem aguardar a morte, que já fizeram tudo o que podiam.
Dia desses, ouvimos de uma senhora que os idosos precisam de quietude e repouso, que não podem sair da rotina para não ficarem atrapalhados, confusos.
Que eles necessitam estar sozinhos, que a presença da família os prejudica.
Mas colocando-nos no lugar deles, será que almejaríamos ficar assim, em um quarto a sós, sem quem nos falasse, incentivasse, visitasse?
Será que o fato de envelhecermos faz com que o coração esqueça os afetos e desejemos a solidão?
Por isso é que os que entram na velhice e avançam no tempo, vivem de recordações. Nós não lhes alimentamos as horas com as nossas presenças.
Por que não permitir que as crianças lhes façam companhia, brinquem com eles, os agradem?
Agindo assim, permitiremos ao idoso a convivência com a alegria, a música, a vivacidade dos pequenos, suas mil peripécias, tanto quanto estaremos dando às crianças lições de vida.
Afinal, se chegarmos à idade dos nossos avós, como gostaríamos de ser tratados? Desejaríamos ser isolados do restante da família, simplesmente porque já não seguramos com tanta firmeza o talher, ou derramamos o alimento?
Lembremos de como nos trataram nossos pais, quando criança. Jamais fomos isolados num canto da casa, pelo simples fato de não sabermos sustentar a colher ou nos lambuzarmos, no aprendizado de levar o alimento à boca.
Se rodeamos a infância de cuidados e atenções, não nos esqueçamos dos nossos idosos, que envelheceram no labor e com seu suor nos forneceram bases para o que hoje somos.
Não afirmemos simplesmente: Idoso é assim mesmo. Porque cada um deles é um ser único, com sua individualidade, sua gama de sonhos e carências.
Ornemos a vida dos nossos queridos velhos com nossa presença amiga, alegre, otimista. Afinal, se não morrermos antes, também chegaremos lá.
* * *
Ante os que te precederam nos anos e galgaram mais cedo os degraus da idade, tem paciência.
Cerca-os com o teu carinho e ampara-os nas suas necessidades.
Redação do Momento Espirita.
Em 07.01.2008.
sábado, 11 de maio de 2013
Vilma Varanda Pinturas : Passo a Passo de Bonequinha
A Teoria da Casca
A teoria da carne, ou do corpo, tratará dessa casca. Nosso lado espiritual é alimentado desde o início das nossas vidas e, é a partir dele, que resolvemos nossos problemas.
Em um relacionamento, a primeira impressão é a da casca, seguidas pelas espirituais. Por isso, cuidar da casca apostando num estilo original, é bastante correto.
Tendo em mente que cultivamos nosso corpo e lado físico para atrair a pessoa desejada, entendo que esse nosso lado na verdade não nos pertence. Ele é um atrativo. Um presente para atrair e/ou conquistar o outro.
Quando se encontra uma companheira, podemos então deixá-la modificar a seu gosto a nossa casca, pois será de principal usufruto dela. Cuidemos da parte muscular e da saúde dessa casca pois ela sim concerne tanto a nós quanto a ela.
Isso pode explicar o comportamento talvez inconsciente de muitos solteiros quanto a seu corpo. Certo desleixo. Pois não há a outra pessoa e, muitas vezes, nem a esperança de haver.
Seu lado espiritual precisa ser reerguido, pois a combinação: “Baixa auto estima X Desleixo corporal” leva à evidente ruína social.
Logicamente, para se chegar a nível de poder deixar este lado físico nas mãos daquela pessoa, é necessário um desprendimento da moralidade social.
De qualquer maneira, a visão sobre a teoria da casca deve ser feita se pensarmos num consenso e numa pureza da relação em termos de confiança e tranquilidade.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
ONDE ESTÁ A FELICIDADE
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Uma noite eu tive um sonho...
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A pena e O camelo
Às vezes, nos irritamos com reações exageradas de nosso próximo.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Na barca do coração
Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis -, levarem-te a dizer: - Que dia!
Lembra-te...
Caía a tarde e a multidão ainda estava reunida na praia.
Desde que o sol surgira, Jesus atendera as incontáveis súplicas daqueles que O buscavam. Mãos e lágrimas roçavam-Lhe o rosto e a túnica - antes tão limpa e alva - e agora, toda manchada de lamentos.
Finalmente, chegara às margens do lago, vencendo a dor e as tristezas dos sofredores. Aqueles que O viram deixando atrás de Si um rastro confortador de estrelas, perguntavam-se: - Quem será este Homem, a Quem as dores obedecem?
O céu acendia as cores da noite quando a barca de Pedro recolheu a preciosa carga.
Jamais Jesus mostrara na face sinais tão evidentes de cansaço.
Acomodado sobre uma almofada de couro, Sua majestosa cabeça pendeu sobre o peito, como um girassol real despedindo-se ao poente.
Seus lábios deixaram escapar um longo suspiro antes de adormecer.
Seus amigos pescadores não ousaram perturbar-Lhe o merecido sono, manejando remos com cuidado, auxiliados pelos sussurros de doce brisa.
O lago de Genesaré assemelhava-se a gigantesco espelho de prata ao luar, tranquilo e sereno como o Mestre adormecido.
Faltava pouco para completar a travessia, quando tudo transformou-se.
O tempo irou-se, sem aviso. Adensadas, as nuvens de gaze leve tornaram-se tenebrosa tempestade, e o lago esqueceu a calmaria, encrespando-se, açoitado pelo vento.
Para a barca, vencer a tormenta era como lutar contra vigoroso e invencível Titã. Pedro usou toda a sua força e sabedoria nos remos, gritando ordens que se perdiam entre as gargalhadas dos trovões e dos relâmpagos.
Os discípulos assustados correram a acordar Jesus que ainda dormia.
Mestre! - Exclamaram em coro desesperado. - Perecemos! Jesus, assim desperto, levantou-Se prontamente, equilibrando o corpo cansado muito ereto, apesar da barca que por pouco não naufragava.
Sua majestosa silhueta parecia estar envolta em misteriosa luz, quando ergueu os braços, ordenando à tempestade:Calai-vos! E voltando-se para os amigos: - Acalmai-vos! Homens, onde está a vossa fé?
Os ventos emudeceram e o lago baixou suas ondas, aplacado por misterioso imperativo.
Os discípulos olhavam-se, num misto de surpresa e alívio.
Envergonhados, voltaram-se para os remos. No compasso ritmado avançava a barca, ao compasso do coração daqueles homens que se perguntavam: Quem será este Homem a Quem os ventos obedecem?
Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e a barca de teu coração agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...
Quando as obrigações diárias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agradáveis - levarem-te a dizer: - Que dia!
Lembra-te... Acorda a mensagem do Cristo adormecida em ti e... Acalma-te!
Redação do Momento Espírita.Disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.Em 13.07.2011.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
A Estação
Já pensou se o trem passasse pela estação sem parar?terça-feira, 17 de abril de 2012
É muito melhor viver sem felicidade do que sem amor.
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
William Shakespeare
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Faça seu tempo feliz
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Não deixe o Amor passar

segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Estado Civil: FELIZ
quarta-feira, 23 de março de 2011
Abra seu Coração

A sala estava repleta de convidados, todos curiosos para ver a obra de arte, ainda oculta sob o pano branco.
Falava-se que o quadro era lindo.
As autoridades do local estavam presentes, entre fotógrafos, jornalistas e outros convidados porque o pintor era, de fato, muito famoso.
Na hora marcada, o pano que cobria a pintura foi retirado e houve caloroso aplauso.
O quadro era realmente impressionante.
Tratava-se de uma figura exuberante de Jesus, batendo suavemente na porta de uma casa.
O Cristo parecia vivo. Com o ouvido junto à porta, Ele desejava ouvir se lá dentro alguém respondia.
Houve discursos e elogios.
Todos admiravam aquela obra de arte perfeita.
Contudo, um observador curioso achou uma falha grave no quadro: a porta não tinha fechadura.
Dirigiu-se ao artista e lhe falou com interesse: A porta que o senhor pintou não tem fechadura. Como é que o Visitante poderá abri-la?
É assim mesmo, respondeu o pintor calmamente.
A porta representa o coração humano, que só abre pelo lado de dentro.
* * *
Muitas vezes mal interpretado, outras tantas, desprezado, grandemente ignorado pelos homens, o Cristo vem tentando entrar em nossa casa íntima há mais de dois milênios.
Conhecedor do caminho que conduz à felicidade suprema, Jesus continua sendo a Visita que permanece do lado de fora dos corações, na tentativa de ouvir se lá dentro alguém responde ao Seu chamado.
Todavia, muitos O chamamos de Mestre mas não permitimos que Ele nos ensine as verdades da vida.
Grande quantidade de cristãos fala que Ele é o médico das almas, mas não segue as prescrições d'Ele.
Tantos dizem que Ele é o irmão maior, mas não permitem que coloque a mão nos seus ombros e os conduza por caminhos de luz...
Talvez seja por esse motivo que a Humanidade se debate em busca de caminhos que conduzem a lugar nenhum.
Enquanto o Cristo espera que abramos a porta do nosso coração, nós saímos pelas janelas da ilusão e desperdiçamos as melhores oportunidades de receber esse Visitante ilustre, que possui a chave que abre as portas da felicidade que tanto desejamos.
E se você não sabe como fazer para abrir a porta do seu coração, comece por fazer pequenos exercícios físicos, estendendo os braços na direção daqueles que necessitam da sua ajuda.
Depois, faça uma pequena limpeza em sua casa íntima, jogando fora os detritos da mágoa, da incompreensão, do orgulho, do ódio...
Em seguida, busque conhecer a proposta de renovação moral do Homem de Nazaré.
Assim, quando você menos esperar, Ele já estará dentro do seu coração como convidado de honra, para guiar seus passos na direção da luz, da felicidade sem mescla que você tanto deseja.
* * *
O olhar de Jesus dulcificava as multidões.
Seus ouvidos atentos descobriam o pranto oculto e identificavam a aflição onde se encontrasse.
Sua boca, plena de misericórdia, somente consolou, cantando a eterna sinfonia da Boa Nova em apelo insuperável junto aos ouvidos dos tempos, convocando o homem de todas as épocas à conquista da felicidade.
Redação do Momento Espírita, com base no verbete Jesus, do livro Repositório de sabedoria, v. 2, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal e história de autor desconhecido. Disponível no CD Momento Espírita, v. 11 e no livro Momento Espírita, v. 4, ed. Fep Em 31.01.2010.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Ansiedade

A ansiedade generalizada é um transtorno psiquiátrico caracterizado por três sintomas principais: preocupações, ansiedade e tensão. A ansiedade generalizada é bastante comum, podendo afetar até 5% das pessoas. As pessoas que sofrem de ansiedade generalizada podem experimentar importantes limitações em vários aspectos de suas vidas, incluindo trabalho, convívio social e vida afetiva. Existem tratamentos efetivos para a ansiedade generalizada. Estes tratamentos incluem o uso de medicamentos e psicoterapia. As preocupações são comuns na vida de todas as pessoas. Determinadas vivências ou circunstâncias podem agravar preocupações ou mesmo produzi-las. Entretanto, portadores de ansiedade generalizada preocupam-se constantemente, na maior parte do dia, quase todos os dias. Nesse sentido, as preocupações ligadas à ansiedade generalizada são diferentes das preocupações normais. Nos portadores de ansiedade generalizada há a constante expectativa de que o pior vai acontecer. Por exemplo, uma portadora do transtorno de ansiedade generalizada pensará em uma pneumonia fatal cada vez que seu filho tossir. Em situações normais, uma crise de tosse passaria desapercebida, ou geraria um nível baixo de preocupação. Já a ansiedade é uma emoção normal. Todas as pessoas sentem ansiedade, em graus variados, quando se sentem ameaçadas. A sensação de ansiedade pode ser inclusive um forma de defesa. Por exemplo, uma pessoa pode ficar ansiosa ao perceber que se encontra em um local perigoso. Nessa situação, a ansiedade funcionará como um alarme, mobilizando uma reação ao perigo. Um certo nível de ansiedade é, portanto, normal e mesmo desejável. Na ansiedade generalizada, a ansiedade não ocorre apenas como uma reposta a situações de vida. |
domingo, 13 de março de 2011
Pedir caução para internamentos é proibido por Lei
Lei do município do Rio de Janeiro (nº 3.359, de 07/01/02) prevê que hospitais que exigirem depósitos no internamento de doentes, terão de devolver em dobro o valor depositado ao responsável. Claro, se devidamente comprovado. Apesar de ser uma Lei municipal, o Jornal Conversa Pessoal optou pela divulgação pois muitos servidores aposentados ainda moram no Rio de Janeiro. É importante ressaltar que o ressarcimento em dobro é válido apenas no município do Rio.
Em âmbito nacional o que vale é Resolução Normativa nº 44, de 24 de julho de 2003, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que dispõe sobre a proibição da exigência de caução – depósito de qualquer natureza – em hospitais particulares ou para planos de saúde. A ANS inclusive instituiu uma Comissão Especial Permanente para receber as denúncias contra os prestadores de serviço. As reclamações serão encaminhadas ao Ministério Público Federal para apuração. O consumidor pode entrar em contato com o Disque ANS no 0800-7019656 (ligações gratuitas de qualquer cidade do país) ou no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar.




