domingo, 28 de agosto de 2016
domingo, 31 de agosto de 2014
मोमेंटो Espirita
Qualidade de vida
Têm-se falado muito a respeito da qualidade de vida. Fazem-se comparações entre o passado e o presente. Fala-se das conquistas médicas, que possibilitam uma perspectiva maior de vida, do conforto que a tecnologia proporciona.
Tudo está correto. Contudo, estamos nos esquecendo de olhar para outro lado.
Referimo-nos aos idosos que são deixados nos asilos, nas clínicas de repouso ou mesmo em dependências específicas do lar, entregues à ociosidade, ao não fazer nada.
Consideram alguns que basta ao idoso ter alimentação, estar asseado, ter um lugar para sentar, outro para dormir.
Estamos nos esquecendo de que são seres humanos, que foram produtivos até ontem.
Foram jovens, amaram, tiveram sonhos, criaram filhos, educaram e os entregaram ao mundo. A sociedade de hoje também é produto dos seus esforços.
E não é simplesmente por estarem em idade avançada que deixam de ter sonhos, de acalentar esperanças.
Somos nós mesmos, pelas nossas atitudes, que lhes incutimos a crença de que somente devem aguardar a morte, que já fizeram tudo o que podiam.
Dia desses, ouvimos de uma senhora que os idosos precisam de quietude e repouso, que não podem sair da rotina para não ficarem atrapalhados, confusos.
Que eles necessitam estar sozinhos, que a presença da família os prejudica.
Mas colocando-nos no lugar deles, será que almejaríamos ficar assim, em um quarto a sós, sem quem nos falasse, incentivasse, visitasse?
Será que o fato de envelhecermos faz com que o coração esqueça os afetos e desejemos a solidão?
Por isso é que os que entram na velhice e avançam no tempo, vivem de recordações. Nós não lhes alimentamos as horas com as nossas presenças.
Por que não permitir que as crianças lhes façam companhia, brinquem com eles, os agradem?
Agindo assim, permitiremos ao idoso a convivência com a alegria, a música, a vivacidade dos pequenos, suas mil peripécias, tanto quanto estaremos dando às crianças lições de vida.
Afinal, se chegarmos à idade dos nossos avós, como gostaríamos de ser tratados? Desejaríamos ser isolados do restante da família, simplesmente porque já não seguramos com tanta firmeza o talher, ou derramamos o alimento?
Lembremos de como nos trataram nossos pais, quando criança. Jamais fomos isolados num canto da casa, pelo simples fato de não sabermos sustentar a colher ou nos lambuzarmos, no aprendizado de levar o alimento à boca.
Se rodeamos a infância de cuidados e atenções, não nos esqueçamos dos nossos idosos, que envelheceram no labor e com seu suor nos forneceram bases para o que hoje somos.
Não afirmemos simplesmente: Idoso é assim mesmo. Porque cada um deles é um ser único, com sua individualidade, sua gama de sonhos e carências.
Ornemos a vida dos nossos queridos velhos com nossa presença amiga, alegre, otimista. Afinal, se não morrermos antes, também chegaremos lá.
* * *
Ante os que te precederam nos anos e galgaram mais cedo os degraus da idade, tem paciência.
Cerca-os com o teu carinho e ampara-os nas suas necessidades.
Redação do Momento Espirita.
Em 07.01.2008.
Têm-se falado muito a respeito da qualidade de vida. Fazem-se comparações entre o passado e o presente. Fala-se das conquistas médicas, que possibilitam uma perspectiva maior de vida, do conforto que a tecnologia proporciona.
Tudo está correto. Contudo, estamos nos esquecendo de olhar para outro lado.
Referimo-nos aos idosos que são deixados nos asilos, nas clínicas de repouso ou mesmo em dependências específicas do lar, entregues à ociosidade, ao não fazer nada.
Consideram alguns que basta ao idoso ter alimentação, estar asseado, ter um lugar para sentar, outro para dormir.
Estamos nos esquecendo de que são seres humanos, que foram produtivos até ontem.
Foram jovens, amaram, tiveram sonhos, criaram filhos, educaram e os entregaram ao mundo. A sociedade de hoje também é produto dos seus esforços.
E não é simplesmente por estarem em idade avançada que deixam de ter sonhos, de acalentar esperanças.
Somos nós mesmos, pelas nossas atitudes, que lhes incutimos a crença de que somente devem aguardar a morte, que já fizeram tudo o que podiam.
Dia desses, ouvimos de uma senhora que os idosos precisam de quietude e repouso, que não podem sair da rotina para não ficarem atrapalhados, confusos.
Que eles necessitam estar sozinhos, que a presença da família os prejudica.
Mas colocando-nos no lugar deles, será que almejaríamos ficar assim, em um quarto a sós, sem quem nos falasse, incentivasse, visitasse?
Será que o fato de envelhecermos faz com que o coração esqueça os afetos e desejemos a solidão?
Por isso é que os que entram na velhice e avançam no tempo, vivem de recordações. Nós não lhes alimentamos as horas com as nossas presenças.
Por que não permitir que as crianças lhes façam companhia, brinquem com eles, os agradem?
Agindo assim, permitiremos ao idoso a convivência com a alegria, a música, a vivacidade dos pequenos, suas mil peripécias, tanto quanto estaremos dando às crianças lições de vida.
Afinal, se chegarmos à idade dos nossos avós, como gostaríamos de ser tratados? Desejaríamos ser isolados do restante da família, simplesmente porque já não seguramos com tanta firmeza o talher, ou derramamos o alimento?
Lembremos de como nos trataram nossos pais, quando criança. Jamais fomos isolados num canto da casa, pelo simples fato de não sabermos sustentar a colher ou nos lambuzarmos, no aprendizado de levar o alimento à boca.
Se rodeamos a infância de cuidados e atenções, não nos esqueçamos dos nossos idosos, que envelheceram no labor e com seu suor nos forneceram bases para o que hoje somos.
Não afirmemos simplesmente: Idoso é assim mesmo. Porque cada um deles é um ser único, com sua individualidade, sua gama de sonhos e carências.
Ornemos a vida dos nossos queridos velhos com nossa presença amiga, alegre, otimista. Afinal, se não morrermos antes, também chegaremos lá.
* * *
Ante os que te precederam nos anos e galgaram mais cedo os degraus da idade, tem paciência.
Cerca-os com o teu carinho e ampara-os nas suas necessidades.
Redação do Momento Espirita.
Em 07.01.2008.
sábado, 11 de maio de 2013
Vilma Varanda Pinturas : Passo a Passo de Bonequinha
Vilma Varanda Pinturas : Passo a Passo de Bonequinha: Oi queridas, Hoje vou postar mas um pap de uma bonequinha. Esta esta de costas, mas é muito legal. Pronto Risco ...
A Teoria da Casca
Existe um lado que é nosso. Ajudamos as pessoas com ele, ajudamos a nós mesmos, criamos, destruímos, formamos, e esse lado se reflete muitas vezes num outro lado nosso, que, na verdade, não é tão assim.
A teoria da carne, ou do corpo, tratará dessa casca. Nosso lado espiritual é alimentado desde o início das nossas vidas e, é a partir dele, que resolvemos nossos problemas.
Em um relacionamento, a primeira impressão é a da casca, seguidas pelas espirituais. Por isso, cuidar da casca apostando num estilo original, é bastante correto.
Tendo em mente que cultivamos nosso corpo e lado físico para atrair a pessoa desejada, entendo que esse nosso lado na verdade não nos pertence. Ele é um atrativo. Um presente para atrair e/ou conquistar o outro.
Quando se encontra uma companheira, podemos então deixá-la modificar a seu gosto a nossa casca, pois será de principal usufruto dela. Cuidemos da parte muscular e da saúde dessa casca pois ela sim concerne tanto a nós quanto a ela.
Isso pode explicar o comportamento talvez inconsciente de muitos solteiros quanto a seu corpo. Certo desleixo. Pois não há a outra pessoa e, muitas vezes, nem a esperança de haver.
Seu lado espiritual precisa ser reerguido, pois a combinação: “Baixa auto estima X Desleixo corporal” leva à evidente ruína social.
Logicamente, para se chegar a nível de poder deixar este lado físico nas mãos daquela pessoa, é necessário um desprendimento da moralidade social.
De qualquer maneira, a visão sobre a teoria da casca deve ser feita se pensarmos num consenso e numa pureza da relação em termos de confiança e tranquilidade.
A teoria da carne, ou do corpo, tratará dessa casca. Nosso lado espiritual é alimentado desde o início das nossas vidas e, é a partir dele, que resolvemos nossos problemas.
Em um relacionamento, a primeira impressão é a da casca, seguidas pelas espirituais. Por isso, cuidar da casca apostando num estilo original, é bastante correto.
Tendo em mente que cultivamos nosso corpo e lado físico para atrair a pessoa desejada, entendo que esse nosso lado na verdade não nos pertence. Ele é um atrativo. Um presente para atrair e/ou conquistar o outro.
Quando se encontra uma companheira, podemos então deixá-la modificar a seu gosto a nossa casca, pois será de principal usufruto dela. Cuidemos da parte muscular e da saúde dessa casca pois ela sim concerne tanto a nós quanto a ela.
Isso pode explicar o comportamento talvez inconsciente de muitos solteiros quanto a seu corpo. Certo desleixo. Pois não há a outra pessoa e, muitas vezes, nem a esperança de haver.
Seu lado espiritual precisa ser reerguido, pois a combinação: “Baixa auto estima X Desleixo corporal” leva à evidente ruína social.
Logicamente, para se chegar a nível de poder deixar este lado físico nas mãos daquela pessoa, é necessário um desprendimento da moralidade social.
De qualquer maneira, a visão sobre a teoria da casca deve ser feita se pensarmos num consenso e numa pureza da relação em termos de confiança e tranquilidade.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
ONDE ESTÁ A FELICIDADE
Quantos momentos, a vida tem de felicidade?
Quantos bons momentos a vida tem de alegria?
Um pouco de tudo, mas muito pouco é realidade
Há os que riem, há os que choram é o dia a dia.
A verdadeira felicidade, é muito difícil a conseguir
Luta-se por ela, mas como enguia, sai-nos das mãos
Esconde-se na ilusão na falsidade de um belo sorrir
Mas no peito sente-se a dor que se guarda no coração.
E a alegria? Onde está ela a alegria? Só nas romarias.
Dança-se e cantasse nas noites dos Santos Populares
A miséria se diverte, a música faz esquecer a fatia
Da felicidade que todos têm direito de a ter e guardar
A. da fonseca
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia
com o Senhor
e no céu passavam cenas de minha vida.
Para cada cena que passava,
percebi que eram deixados dois pares
de pegadas na areia:
um era meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida
passou diante de nós, olhei para trás,
para as pegadas na areia,
e notei que muitas vezes,
no caminho da minha vida,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu
nos momentos mais difíceis
e angustiantes da minha vida.
Isso aborreceu-me deveras
e perguntei então ao meu Senhor:
- Senhor, tu não me disseste que,
tendo eu resolvido te seguir,
tu andarias sempre comigo,
em todo o caminho?
Contudo, notei que durante
as maiores tribulações do meu viver,
havia apenas um par de pegadas na areia.
Não compreendo por que nas horas
em que eu mais necessitava de ti,
tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho.
Jamais te deixaria nas horas
de prova e de sofrimento.
Quando viste na areia,
apenas um par de pegadas,
eram as minhas.
Foi exatamente aí,
que te carreguei nos braços.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A pena e O camelo
Às vezes, nos irritamos com reações exageradas de nosso próximo.
Fazemos um pequeno comentário, uma brincadeira e eis que a pessoa chora ou se revolta.
Uma lenda do deserto conta a história de um homem que ia mudar-se de oásis e começou a carregar o seu camelo.
Ele colocou os tapetes, os utensílios de cozinha, os baús de roupas (e o camelo agüentava tudo).
Quando ia saindo, lembrou-se de uma linda pena azul que seu pai lhe tinha
presenteado.
Resolveu pegá-la e a colocou em cima do camelo.
Neste momento, o animal arriou com o peso e morreu.
"Meu camelo não agüentou o peso de uma pena", deve ter pensado o homem.
Às vezes, pensamos o mesmo do nosso próximo, sem entender que nossa brincadeira
pode ter sido a gota que transbordou a taça do sofrimento.
Paulo Coelho
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